segunda-feira, 19 de maio de 2008

Continuem minha história...

Um agente da polícia civil chegou em casa por volta das 23h, na sexta-feira. Colecionador de armas, tirou sua bolsa da cintura, repleta de armas de pequeno e médio porte, e a colocou em cima da escrivaninha ao lado da cama de madeira. Foi direto para o banheiro, precisava tirar aquele cheiro horrível de Caveirão, cigarro e morte. Escovou os dentes enquanto a água quente caia em sua nuca, lembrando dos momentos em que ele e seus colegas conseguiram fazer aquela baita apreensão. Incrível! Pensava. Como pudemos não perceber por tanto tempo que estava logo ali, o corpo estava ali na nossa frente, do outro lado da rua, no saco plástico! Ridículo!
Às 14h18 do sábado, acenava para o ônibus de Campo Grande, ia com sua bolsa recheada, uma calça mal passada camuflada e a camisa preta sem colete. Cheirava loção pós-barba, aliás, era uma de suas marcas principais. O cheiro de sua loção insistia em ficar até o fim da tarde, todos os dias, mesmo depois de trabalhar horas a fio. No domingo, chegou em casa às 4h da manhã, alcoolizado com duas mulheres encontradas no achados e perdidos das madrugadas pauleiras da Vila Mimosa. Com suas botas pretas deitou na cama, estendido com a barriga para cima, e aguardou as garotas saírem do banheiro. Pensava em como iria se levantar. Assim que uma delas saiu completamente nua, ele pediu para que retirasse o coturno sujo de seus pés e que pegasse uma dose de uísque no balcão da cozinha. A outra saiu do banheiro, e ficou observando o policial deitado com um semblante de quem viaja no tempo.
Armados de fuzil e pistolas, cinco traficantes fizeram um arrastão na avenida Brasil, roubando 3 carros, além do ataque ao dono de uma landrover. Tinha um agente infiltrado entre os bandidos que aguardavam os carros em um desmanche em que a fachada era de uma mecânica qualquer de bairro. Os criminosos não sabiam que toda a cena dos roubos e da mecânica estava infestada de policias realizando uma operação. Enquanto deitado na cama, aguardando o uísque e sem perceber a presença da outra mulher, relembrava o espancamento contra o principal criminoso da quadrilha... fora do ar não sabia mais o que fazer com as duas mulheres...

8 comentários:

Oliver Pickwick disse...

É diferente o seu blog. Criou uma maneira original de interagir com os seus leitores.
Voltarei depois para ler o final da história, concebido pelos visitantes.
Gostei, também, do conto do post anterior.
Um beijo!

P.S.: Obrigado pela visita e as palavras gentis deixadas lá no condado.

Bruno disse...

Tinha que ser uma Bonando...

Grande Carol!!! Adorei seu blog... Parabéns!!!

Bem, meu nome é Bruno Bonando e sou seu primo perdido em Nova Iguaçu no Rio de Janeiro.

Eu sempre tento manter contato com os Bonandos... seja por orkut ou facebook...

Mantenha contato você tb!

Ahhh... o site Bonandos.com é meu...

Qualquer coisa, mande e-mail para bruno@bonandos.com ou me adicione no hotmail: bonandos@hotmail.com

Um beijo e agente vai se falando!

Lamb Mouton disse...

Logo apos os mimos das mocas de Vila Mimosa, ele ligou a TV na Rede Record e ouviu um sermao por varios minutos. Caiu em si e - ja de porre - jogou as rmas pela janela e saiu gritando que Jesus era o Senhor.....

Carol Bonando disse...

add o bonando - seja bem vindo, sa família é de onde?conhece os bonandos de sorocaba? moro sozinha no RJ, vmaos manter contato ok?


Adorei o final do lamb mouton - hehehe viva jesus nao é?

oliver volte sim com um final diferente de tudo, quebra tudo ness porra!!!!

valeu...

Nilson Barcelli disse...

O policial só pode ter jogado as meninas pela janela.
A sorte delas é que o apart era no 1º andar e só ficaram com umas pequenas dores da queda. Mas, no meio da confusão que se tinha gerado na rua, foram presas por ofensa à moral pública, já que se encontravam nuas...

Não tenho mesmo jeito para histórias policiais. Nem das outras...

Beijinhos.

Claudia Sousa Dias disse...

Amanhã eu volto...prepara-te para uma estória "perversa"...

beijinho


CSd

Claudia Sousa Dias disse...

As duas jovens olharam o polícia, barrigudo - uma barriga cheia de pêlos - e mal-cheiroso na cama e pensaram: mas para que raio é que tomános nós banho e estamos aqui lmpinhas cheirosas?
Encolheram os ombros e perguntaram: vamos brincar na água.

- faz-me mal à digestão. Além disso gasta a pele.

- pois e que tal uma pulverizaçãozinha com Front Line (mata-pulgas e chatos.

- por acaso acham-me com cara de cão?

- Bem, de gato é que não...


E expusou-as nuas para o meio da rua.

As jovens eram tão belas que a poipulação decidiu imitá-las...

CSD

Carol Bonando disse...

kkkkkkkkk
só a claudia mesmo kkkkkkk